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Uma Pepita de Sucesso

Tudo sobre saúde, trabalho, lazer, viagens, sucesso, família e estilo de vida.

Uma Pepita de Sucesso

Tudo sobre saúde, trabalho, lazer, viagens, sucesso, família e estilo de vida.

O Monge e a Cortesã

 

"Dois monges caminhavam pela floresta quando se depararam com uma linda cortesã, sentada nas margens de uma ribeira de curso rápido.

 

Como tinham feito um voto de castidade, o monge mais novo ignorou a mulher e atravessou rapidamente a ribeira.

 

Percebendo que a linda mulher não podia atravessar em segurança a ribeira, o monge mais velho pegou nela ao colo e transportou-a para a outra margem.

 

Depois de chegarem ao outro lado, colocou-a suavemente no chão.

 

Sorriu e agradeceu, e os dois monges continuaram o seu caminho.

 

O jovem monge ficou a matutar em silêncio, reconstituindo o incidente várias vezes sem conta na sua mente.

 

Como podia ter feito isso?, pensava o jovem monge para consigo. Será que o voto de castidade não representava nada para ele?

 

Quanto mais o jovem monge pensava no que tinha visto, mais furioso ficava, e a discussão na sua cabeça estava cada vez mais acesa:

 

Bem, se eu tivesse feito uma coisa daquelas, teria sido expulso da nossa Ordem. Isto é repugnante. Talvez não seja monge há tanto tempo quanto ele, mas sei distinguir o certo e o errado.

 

Olhou para o monge mais velho, para ver se este demonstrava pelo menos algum remorso pelo que tinha feito, mas o homem parecia tão sereno e pacífico como sempre.

 

Finalmente, o jovem monge não aguentou mais.

 

- Como pôde fazer aquilo? - perguntou - Como pôde sequer olhar para aquela mulher, quanto mais pegar nela ao colo e transportá-la? Não se lembra do seu voto de castidade?

 

O velho monge pareceu surpreendido, depois sorriu com grande bondade nos olhos e disse:

- Já não a estou a carregar, meu irmão. E você?"

 

In "Mude a sua vida em 7 dias" - Paul McKenna

 

 

Pedi para ficar mais forte

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Quando, vezes sem conta, tudo o que tentava, para melhorar a minha vida profissional, não dava certo, ficava muito frustrada.

 

É horrível, lutar para sair de uma situação difícil e não conseguir.

 

Parecia haver correntes fortes, que não me "deixavam remar a favor".

 

Tudo dava errado. 

 

Já nem queria rezar, nem agradecer, nem nada ... só me apetecia meter num buraco e não sair mais lá de dentro.

 

Mas eis que, passei a pedir para ser forte, para aguentar todos os "nãos", para não me deixar abater, para ultrapassar os desafios .... foi isso que passei a pedir!

 

E fiquei muito mais forte, porque foquei-me em fortalecer-me, em encarar tudo com muita persistência e tenacidade.

 

Era como se fizesse parte do caminho a percorrer.

 

Incrível, como mudando de atitude, tudo fica mais claro, transparente e esclarecedor.

 

Ao focar-me em me tornar mais forte, para aguentar os desafios que vinham, conseguia lutar mais, porque tinha a convicção que, da próxima vez, iria dar certo.

 

E se não desse certo,

voltaria a pedir para ficar mais forte,

para tentar novamente.

 

 

 

Imagem AQUI

 

Há professores que nos "marcam"

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Há professores que nos marcam para toda a vida.

E o professor Amorim foi um deles.

 

O professor Amorim foi meu professor de Língua Portuguesa.

Foi ele que me fez apaixonar pela leitura.

 

Entrava na sala de aula, com um saco de pano cheio de livros e, com o melhor dos sorrisos, cumprimentava-nos, com o seu sotaque de Viseu.

 

Eu adorava as aulas de português.

Ele tirava os livros do saco e colocava-os em cima da sua secretária.

 

Eu, que ficava na fila da frente, assistia a tudo, cheia de curiosidade.

Queria saber que livros trazia para nos emprestar.

E olhava ..... olhava .... olhava a tentar escolher um livro para levar.

 

E o professor Amorim falava sobre os livros que trazia.

Só uma síntese ....

 

Lembro-me de nos dizer que a leitura nos ajudava a escrever melhor.

A falar melhor.

Que seríamos mais "ricos".

Mais instruídos.

Mais críticos.

Que nos faria viajar ....

 

Adorava aquele momento, ouvia-o com entusiasmo e admiração.

Gostava da forma como nos motivava, nos ensinava, nos incutia a leitura, e queria compensá-lo, lendo todos os livros que me emprestava.

Era um compromisso que tinha para com ele, por estar sempre disponível para nos ajudar.

 

No fim perguntava quem estava interessado em levar um livro para ler.

Eu queria ser sempre a primeira a escolher.

E era-o quase sempre.

 

Sobrava sempre um livro para mim.

Acho que o professor sabia o quanto queria ler e fazia com que eu fosse dos primeiros a escolher.

E eu sentia-me cada vez mais "compromissada" com a leitura dos livros.

 

Em casa "devorava" o livro e levava-o sempre  na aula seguinte.

E o professor Amorim, com aquele sorriso aberto, perguntava-me:

 

"Já leste o livro?

Todo?

Olha que vais ter de contar !!!!"

 

Se não tivesse tido o professor Amorim, com certeza eu não seria a mesma pessoa.

 

 

O meu mundo seria muito mais "pobre"!

 

Obrigada professor Amorim !!! 

 

 

Foto: AQUI

Miradouro do Pico dos Barcelos

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Hoje fomos ao Miradouro do Pico dos Barcelos.

Apesar de um pouco de frio, o dia estava soalheiro e muito agradável para passear.

 

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Construído em 1950, o Miradouro do Pico dos Barcelos está situado na freguesia de Santo António, no Funchal,  a cerca de 355 metros de altitude.

 

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Este miradouro foi recentemente remodelado, contemplando agora mais espaços verdes e zonas de comercialização de produtos regionais, artesanais e de restauração.

 

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Podemos apreciar novas áreas de lazer e de apoio e uma melhoria substancial no acesso e circulação pedonal e automóvel.

 

 

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A partir deste miradouro é possível contemplar uma panorâmica deslumbrante sobre a baía e a cidade do Funchal, com as ilhas Desertas em segundo plano.

 

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Gostaram do Miradouro do Pico dos Barcelos?

 

O mundo precisa de "loucos" ...

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Será a "loucura" muito má?

Ou será que é o que nos a está faltar?  

Um pouco de "loucura" nas nossas vidas?

 

Estou a falar de uma loucura saudável, desprendida, que nos faz sermos mais ousados e buscarmos outros caminhos, diferentes e originais, nunca antes imaginados e tentados.

 

As pessoas estão a tornar-se muito previsíveis ...

Menos criativas.

Menos inovadoras.

Menos empreendedoras.

Menos ousadas.

 

Com menos descobertas.

Com menos ideias.

Com muitas regras.

Com muito marasmo.

Com muita mesmice.

Tudo muito enfadonho.

 

O mundo precisa de "loucos" ...

De "loucos" mais sábios.

De "loucos" mais felizes.

De "loucos" que mudam o mundo.

De "loucos" que imaginam.

De "loucos" que nos inspiram.

De "loucos" que façam um mundo melhor.

De "loucos" uns pelos outros.

 

Vamos fazer uma pequena "loucura" hoje?

 

 

Imagem AQUI

 

A "galinha" que queria ser gaivota

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"Era uma vez um ovo de gaivota que rolou para dentro de uma capoeira de galinhas.
 
E, assim assim que a gaivota nasceu, olhou à sua volta e  só viu galinhas.
 
Achando que era uma delas, cresceu a imitá-las, mas sempre se sentiu diferente e um tanto desajeitada.
 
Certo dia,  a gaivota olhou para o céu e viu gaivotas a voar.
 
E ficou de tal forma maravilhada que perguntou a uma galinha o que era aquilo no céu.
 
A galinha respondeu-lhe que era uma gaivota.
 
A gaivota ficou de tal forma maravilhada com o que vira que insistiu com a galinha.
 
Perguntou porque elas não voavam ou  planavam como as gaivotas.
 
A galinha respondeu-lhe que o lugar delas era na capoeira, a comer milho, e explicou-lhe a diferença entre as galinhas e as gaivotas.
 
A gaivota ficou triste porque, afinal ela preferia ser como aquela gaivota que voava, sem saber que também ela era uma delas.
 
Então, resignou-se com a sua condição de galinha e ficou naquela capoeira durante toda a sua vida."
 
 
 In Chicken soup for the soul in Trata a vida por tu, Daniel Sá Nogueira
 
 
 
 
Quem se sente uma gaivota?
 
Quem tem a coragem de abrir as asas para voar?
 
 
 
 
 
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O universo conspira sempre a favor

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Como seres humanos a nossa  capacidade de sonhar constitui uma das nossas maiores dádivas e liberdades.
 

 

Mas a maioria não sabe o quer e não sabe sonhar.

Ou porque não acredita nos sonhos.

Ou porque deixou de ter esperança.

Ou porque tem medo.

Ou porque teme a decepção. 

Ou ....

 

E a maioria está "programada" para não acreditar nos sonhos, por isso não sonha.

 

Mas viver a vida sem um sonho, um propósito, um objectivo supremo, é como estar apagado para a vida.

 
 

E é exactamente esta capacidade de sonhar que nos permite entrar em sintonia com a harmonia e abundância naturais do universo.

 

Elas estão presentes em tudo e em todos, nas infinitas formas vivas.

 

Numa palavra, num gesto, numa atitude, numa esperança, numa pessoa, .... porque quando acreditamos, focamo-nos e agimos, tenazmente,  em busca dessa abundância e desse sonho! 

 

 

 "Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho

e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor!"

- Goethe

 

 

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Brinquedos Vintage - Uma casinha muito catita

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Como é habitual aos fins de semana a Maria Clara passa-os connosco na nossa casa.

Logo que chega pede para ir buscar brinquedos que eram da mãe e das tias.

Tenho tudo arrumado e separado por categorias na garagem.

 

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A Maria Clara adora brincar às casinhas e assim que viu a casinha de abrir quis brincar com ela.

 

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Abriu a casinha e montou os quartos, casa de banho e cozinha.

 

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Fez um estábulo para os cavalos.

 

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Ficou a tarde toda a brincar com a casinha catita.

Esta casinha já tem 25 anos.

Alguém se lembra?

 

 

Quanto mais eu desperto ...

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Nunca gostei de seguir o "rebanho".

Sempre fui educada para reflectir sobre as minhas acções.

Sempre pensei pela minha cabeça.

 

Não que seja totalmente contra as regras.

Muitas regras são necessárias à nossa convivência social, mas cada dia mais descubro que, como indivíduos, temos as nossas peculiaridades e precisamos respeitá-las!

 

Nunca senti a necessidade de me encaixar nos padrões, comportamentos pré-estabelecidos e normas comuns a todos.

 

Quiçá porque tive um pai comunista e uma mãe com uma mentalidade aberta.

Que sempre me apoiaram nas minhas decisões, dessem certo ou errado, aprenderia com elas.

 

Sempre me fascinou o diferente, o despertar para outros caminhos, o que havia mais além do horizonte da ilha onde vivia.

 

Sempre quis ser livre, nos pensamentos, nos sonhos, nas acções, mesmo com as dores que me pudesse trazer.

 

 

E quanto mais despertava menos

me encaixava no designado "comum".

 

 

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